quarta-feira, 16 de junho de 2010
Copa e Internet
Vivo Expande Internet 3G
segunda-feira, 7 de junho de 2010
"Escolas Conectadas" (?)
Até que ponto a internet nas escolas tem caráter educacional? Os alunos apenas utilizam a
ferramenta global para pesquisas e trabalhos solicitados pelos professores? Os professores são capacitados para auxiliar seus alunos no aprendizado digital?
De acordo com a matéria "Escolas conectadas", publicada no último dia 27 pelo jornal Tribuna da Bahia, no Brasil apenas 56% das unidades de ensino tem acesso à rede, sendo que a Bahia oferece internet para mais de 80% dos colégios estaduais, com promessa de conexão para todos os colégios até o final de 2010. O resto do país tem internet em apenas metade de suas escolas. Outro dado importante é que só 10% das bibliotecas brasileiras fornecem acesso à internet aos visitantes.
A assessoria de imprensa de Secretaria de Educação do Estado (SEC) declarou que a rede estadual receberá 495 laboratórios do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo). Quase 10 mil computadores distribuídos na rede de ensino. Para garantir a conservação dos equipamentos, o Governo oferece capacitação aos professores, através do Instituto Anísio Teixeira.
Maria Helena Silveira Bonilla, em seu artigo Inclusão Digital nas Escolas, verifica que “as próprias escolas públicas enfrentam grandes dificuldades de ordem estrutural, pedagógica e tecnológica”. Poucos alunos têm acesso aos computadores em suas escolas e mais reduzido ainda é o número de professores que propõem atividades de aprendizagem articuladas diretamente com as Tecnologias da Informação e Comunicação - TIC. E ainda, "um professor 'excluído' digitalmente não terá a mínima condição de articular e argumentar no mundo virtual, e, por conseguinte, suas práticas não contemplarão as dinâmicas do ciberespaço".
Pesquisas confirmam que com o uso da internet os alunos compreendem melhor o assunto abordado. São postos em segundo plano os cadernos e o velho quadro. Bastam apenas alguns segundos até que todos estejam informados sobre os acontecimentos do mundo inteiro. Aí, a grande diferença é que aprender se torna atrativo. Os alunos, além de terem contato com a tecnologia, se preparam para as demandas atuais da sociedade. Nesse sentido, a inclusão digital tem sido um ganho significativo para a arte de educar.
Oficina Para Inclusão Digital
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Inclusão Digital, Inclusão Cultural
Aplicativos em 3D possibilitam a visão minuciosa dos acervos culturais da história de nosso país.
A imagem vista na tela de seu computador é a de como um observador real com uma visão de 360º graus de qualquer ponto do prédio do museu. Em muitos casos é possível girar o objeto para vê-lo de todos os ângulos. Durante o passeio, o internauta é conduzido pela voz de um guia - turístico, que transmite informações do lugar. Existem outros esclarecimentos a respeito de como navegar no site.
O projeto tem como objetivos:
* Difundir acervos únicos presentes nos museus participantes e ampliar o alcance sócio-cultural-turístico de cada um destes museus e exposições;
* Democratizar o acesso a informação ao possibilitar que as exposições virtuais sejam acessadas por qualquer computador por meio de endereço da web de acesso público e gratuito;
* Criar produto cultural de qualidade que pode ser adotado como material didático para utilização online gratuita em escolas e instituições culturais, assim como material de pesquisa e estudo nas áreas de museologia e museografia, conservação e segurança de acervos.
O fato é que muito se restringiu passeios culturais à falta de acessibilidade ou à precária divulgação de certos eventos. Nós brasileiros não somos acostumados a visitar um teatro ou uma exposição motivados por um apreço cultural. Agora, essas novas tecnologias têm aberto portas para um crescimento culto jamais programado. A possibilidade de visitar um museu em Goiás ou em Santa Catarina sem nunca ter conhecido a tal cidade que comporta o referido lugar é de tirar o fôlego. Resta saber se os impasses de um crescimento culto de nossa sociedade
ainda prevalecerá diante de iniciativas como essas.
domingo, 30 de maio de 2010
Eleições, Novas Mídias e Inclusão Digital
Microsoft Apoia Inclusão no Rio
Fonte: TI INSIDE.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
A tecnologia e a Internet como instrumentos de mobilização social

O "Ficha Limpa" foi aprovado ontem pelo Senado. O projeto, que impede a candidatura de pessoas que tiverem sido condenados por decisão colegiada (mais de um juiz), espera agora a assinatura do presidente Lula e, segundo a OAB, não há motivo para a lei, se aprovada, não valer já para as eleições deste ano, uma vez que não modifica o processo eleitoral brasileiro.
Aparentemente, essa notícia não está diretamente ligada ao processo de mobilização social. Parece mais uma dessas decisões tomadas pelas elites políticas e inúmeras empresas privadas, que desconsideram as visões e valores de pessoas no mundo. Mas não é. Dessa vez, o Brasil mostrou, ainda que através do ciberativismo, que sua postura ativista apenas estava adormecida. A campanha "Ficha Limpa" é uma iniciativa da Avaaz (“voz” em várias línguas asiáticas e européias), maior rede de mobilização online do mundo. Assim, presenciamos a ascensão de um modelo de democracia participativa, guiado pela sociedade civil através da Internet, que aliada à tecnologia permitiu que os cidadãos se conectassem e se mobilizassem.
Vale ressaltar que campanha passou por vários estágios, desde a mobilização inicial até a aprovação pelo Senado, e a população assinou todas as petições. Houve quem se posicionasse contra, a exemplo dos deputados baianos José Rocha (PR), Marcelo Guimarães Filho (PMDB), Maurício Trindade (PR) ,Veloso (PMDB).
Sem dúvida, esse acontecimento além de representar um importante passo na moralização política do nosso país, deixa clara a importância do uso consciente da Internet, bem como a primordialidade da inclusão digital como instrumento de inserção/inclusão social. Não cabendo tratar em linhas distintas os moviemntos de exclusão social e de exclusão digital.
Mais no site do Avaaz e no Diário Catarinense.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Estatal com pendências judiciais será gestora do PNBL
O Governo reabilitou a Telebrás, através da integração a seu patrimônio da empresa Eletronet, subsidiária da Eletrobrás e das redes e demais infraestruturas de fibras óticas da Petrobrás, deixando sob sua responsabilidade o Plano Nacional de Banda Larga.A reativação da estatal, além de gerar polêmica entre executivos do setor de telefonia, para os quais as empresas privadas têm condições de liderar o Plano Nacional (e a competição em bases desiguais de uma estatal poderia desestimular investimentos pela indústria), ainda foi alvo de duras críticas pelo fato da companhia apresentar pendências judiciais. A ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, acredita que a pendência judicial que ronda o Plano Nacional de Banda Larga, - relacionada às fibras ópticas apagadas da Eletrobrás, que se encontravam em poder da Eletronet - será resolvida após o processo de falência da Eletronet. Segundo a ministra, o Governo possui liminar favorável à romatada desses ativos em poder da Eletronet, razão pela qual, explica Erenice Guerra, não foram vistos motivos para não deixar de inserir todas as fibras que foram devolvidas à Eletrobrás por decisão judicial.
Atualmente apenas 21% dos domicílios, ou 5,3 a cada 100 brasileiros, possuem acesso ao serviço de banda larga. "O desenvolvimento brasileiro só será efetivo com a inclusão digital. A inclusão digital deve ser programada como um projeto de inclusão social", afirmou a ministra.
Neste ano, a rede terá extesão de 11, 3 mil quilômetros, utilizando os chamados anéis do Sudeste e Nordeste. Até 2014, a rede chegará a 30 mil quilômetros. Essas regiões serão priorizadas por já contarem com anéis de fibra ótica necessários para a implemetação da banda larga. Entre os primeiros contemplados estão: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Brasília. Seguidos pelo litoral da Bahia até o Tocantins e por Ceará, Sergipe, Pernambuco. Roraima ficou de fora porque não possui rede de fibras óticas. No entanto, o Governo afirma que vai incluir o estado no PNBL.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Analfabetismo Digital e Futuro da Educação
O vídeo acima lança a questão: até que ponto é possível afirmar que há uma inclusão digital no Brasil? E se considerarmos que muitos usuários usam a rede somente para o envio e recebimento de e-mails? Isso é inclusão digital?
Em seu artigo, a Professora Denise Correa Araujo, PhD em Literatura, propõe um analogia com o número de analfabetos no mundo: "É analfabeto apenas quem não sabe lê ou escrever, ou também quem lê e não entende?" Para ela, o mesmo se passa na rede, porque quem não sabe se expressar verbalmente não conseguirá fazê-lo na rede. Nesse sentido, será que a rede vai democratizar a sociedade? Promover a igualdade? O fato é que, atualmente, estar incluso digitalmente está para além de enviar e-mails. As pessoas usam a Internet para tornar suas vidas mais simples, através de telefonia móvel, wi-fis, lan-houses (e tudo que está contido no que Araujo chama "hipertrópole digital"- uma mega metrópole virtualizada). Porém, essa é a realidade de apenas, segundo o Ibope, 34,5 milhões de pessoas, sendo que 12 milhões dos domicílios do País (ou 21%) têm banda larga, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Colaboração com o Projeto Todo Mundo Pode Mais até 30 de abril
Empresário e interessados podem colaborar com os recursos necessários para a campanha "Todo Mundo Pode Mais" até o dia 30 de abril de 2010.
Fontes: CDI na Mídia
domingo, 18 de abril de 2010
Conhecer também é preciso
Eis um questionamento pertinente ao tema Inclusão Digital. Até que ponto a população está relamente esclarecida quanto a isso?
A reportagem descontraída da equipe Plágio do canal SESI nos traz uma reflexão sobre o quanto as organizações governamentais tem se preocupado com o desenvolvimento de sua população. É fato que muitos políticos enchem a boca para falar de projetos de inclusão digital, que culminará em um grande acesso à população independente de suas classes sociais. Enquanto discutíamos isso em equipe, nossa colega Sara sabiamente soltou uma frase no mínimo interessante:
“É fato que muitos tem direito, mas não sabem o que é. Tem o acesso, mas não sabem usar.”
E isso é comprovado no vídeo acima. Percebam que, muitos se referem à “inclusão digital” como um aparelho celular, e de fato, é verdade pois o telefone celular é um instrumento de inclusão digital. Contudo, é necessário irmos mais fundo, e levarmos a sério essa acessibilidade que dá direito a todos.
O governo em sua tentativa de fazer valer a pena seu discurso democrático oferce alguns programas de inclusão digital, como por exemplo a Açao Digital Nordeste, que tem como objetivo fortalecer institucionalmente pequenas organizações não-governamentais do Nordeste brasileiro, através da provisão de equipamentos, capacitação em informática e tecnologias de informação e comunicação, além de conexão à Internet.
Com isso, fica claro que não basta ter acessibilidade aos aparatos digitais, é necessário que se tenha também o acesso ao conhecimento dessas novas tecnologias.
sábado, 17 de abril de 2010
Inclusão Digital em Presídios

domingo, 21 de março de 2010
Inclusão Digital na Amazônia

segunda-feira, 15 de março de 2010
Prólogo: O que é Infoinclusão?
“Exclusão digital é o termo utilizado para sintetizar todo um contexto que impede a maior parte das pessoas de participar dos benefícios das novas tecnologias de informação. Digital também porque hoje as conseqüências da exclusão social acentuam a desigualdade tecnológica e o acesso ao conhecimento, aumentando o abismo entre ricos e pobres.” (SPAGNOLO, [200-?]).
Vivendo na chamada Sociedade da Informação, torna-se impossível estudar a relação entre a tecnologia e a comunicação sem considerar os dispositivos tecnológicos que viabilizam a interação entre os indivíduos e as consequências do ritmo da evolução tecnológica, que poderá agravar exclusão social, tornando a sociedade cada vez mais heterogênea, se não forem tomadas medidas compensatórias.
Nesse contexto, alguns alunos da Disciplina Comunicação e Tecnologia (COM 104), da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), utilizarão este espaço para discutir notícias, projetos e ações, bem como as vantagens e os prejuízos causados por esse movimento.