quarta-feira, 26 de maio de 2010
Plano Nacional de Banda Larga Depende da Anatel para Sair
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Estatal com pendências judiciais será gestora do PNBL
O Governo reabilitou a Telebrás, através da integração a seu patrimônio da empresa Eletronet, subsidiária da Eletrobrás e das redes e demais infraestruturas de fibras óticas da Petrobrás, deixando sob sua responsabilidade o Plano Nacional de Banda Larga.A reativação da estatal, além de gerar polêmica entre executivos do setor de telefonia, para os quais as empresas privadas têm condições de liderar o Plano Nacional (e a competição em bases desiguais de uma estatal poderia desestimular investimentos pela indústria), ainda foi alvo de duras críticas pelo fato da companhia apresentar pendências judiciais. A ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, acredita que a pendência judicial que ronda o Plano Nacional de Banda Larga, - relacionada às fibras ópticas apagadas da Eletrobrás, que se encontravam em poder da Eletronet - será resolvida após o processo de falência da Eletronet. Segundo a ministra, o Governo possui liminar favorável à romatada desses ativos em poder da Eletronet, razão pela qual, explica Erenice Guerra, não foram vistos motivos para não deixar de inserir todas as fibras que foram devolvidas à Eletrobrás por decisão judicial.
Atualmente apenas 21% dos domicílios, ou 5,3 a cada 100 brasileiros, possuem acesso ao serviço de banda larga. "O desenvolvimento brasileiro só será efetivo com a inclusão digital. A inclusão digital deve ser programada como um projeto de inclusão social", afirmou a ministra.
Neste ano, a rede terá extesão de 11, 3 mil quilômetros, utilizando os chamados anéis do Sudeste e Nordeste. Até 2014, a rede chegará a 30 mil quilômetros. Essas regiões serão priorizadas por já contarem com anéis de fibra ótica necessários para a implemetação da banda larga. Entre os primeiros contemplados estão: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Brasília. Seguidos pelo litoral da Bahia até o Tocantins e por Ceará, Sergipe, Pernambuco. Roraima ficou de fora porque não possui rede de fibras óticas. No entanto, o Governo afirma que vai incluir o estado no PNBL.
Plano visa triplicar acesso à Banda Larga no Brasil
segunda-feira, 29 de março de 2010
Plano Nacional de Banda Larga não está no PAC 2
segunda-feira, 15 de março de 2010
Plano Nacional de Banda Larga
O Plano Nacional de Banda Larga é uma iniciativa do Ministério das Comunicações, que visa organizar investimentos públicos e privados para aumentar a concorrência no setor de banda larga nas grandes cidades e levar internet (de até 1 mega) até os municípios que não contam com serviço de qualidade. Para atingir esse objetivo, estão em pauta três ideias básicas: uma que prevê a criação de uma grande estatal, sob o nome da Telebrás, para fornecer banda larga, outra que prevê a entrega das redes públicas à iniciativa privada e um terceiro modelo, que prevê conjugar empresas públicas e privadas para administrar a nova rede. O plano prevê a inclusão de 50% dos domicílios brasileiros até 2014, para a qual serão necessários 75 bilhões em investimentos públicos e privados. Existe uma grande discussão atualmente sobre qual seria o modelo ideal para a gestão. A decisão ficará por conta do presidente Lula, que pediu mais estudos, pois não há certeza sobre a viabilidade jurídica de vários aspectos do programa nem está claro de onde virá o dinheiro para o programa.
Veja o pdf com a íntegra do projeto